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Goiânia,25/02/2026

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Perícia pode mudar rumo de investigação em Itumbiara? Polícia Científica esclarece boatos

Órgão afirma que não há fatos novos no caso e desmente informações que circulam nas redes sociais


Perícia pode mudar rumo de investigação em Itumbiara? Polícia Científica esclarece boatos


A Polícia Técnico-Científica de Goiás divulgou nota oficial para desmentir informações que circulam nas redes sociais e em parte da imprensa sobre uma possível “reviravolta” na investigação da tragédia ocorrida em Itumbiara no último dia 12 de fevereiro.

De acordo com o comunicado, não há qualquer fato novo que altere o rumo das investigações. “Diferentemente do que tem sido veiculado em alguns canais de mídia, não há fato novo ou qualquer elemento detectado pelas equipes da PCI que indiquem ‘reviravoltas’, especialmente quanto à indicação do grave crime perpetrado contra as crianças”, informou a corporação.

A nota rebate boatos de que digitais de uma pessoa desconhecida teriam sido encontradas em um galão de gasolina próximo a Thales — apontado como autor dos disparos contra os filhos antes de tirar a própria vida — e também a alegação de que uma perícia teria concluído que ele morreu antes das crianças, o que levantaria dúvidas sobre a autoria do crime.

Segundo a Polícia Científica, todas as perícias criminais e médico-legais foram concluídas ainda na mesma semana do ocorrido.

Fake news marcaram o caso

Desde o dia da tragédia, uma série de informações falsas passou a circular.

Boato sobre infarto do prefeito

Nas primeiras horas após o crime, espalhou-se a informação de que o prefeito de Itumbiara, Dione Araújo, teria sofrido um infarto ao saber da morte dos netos. A informação não se confirmou. Horas depois, ele foi visto no velório de uma das crianças, acompanhado de familiares e autoridades.

Suposta carta atribuída à mãe

Dias após o sepultamento do filho mais novo, circulou nas redes sociais uma carta atribuída à mãe das crianças, com reflexões sobre o caso. O conteúdo também era falso.

Informação equivocada sobre a morte da criança

No dia do crime, foi divulgado que o filho mais novo havia morrido ainda pela manhã. Naquele momento, ele havia entrado em protocolo de morte cerebral — procedimento que pode levar até 72 horas para confirmação definitiva. O óbito foi constatado posteriormente.

Mudança no rumo da investigação

Mais recentemente, perfis passaram a afirmar que novos desdobramentos poderiam levar a Polícia Civil a tratar o caso como homicídio com autoria indefinida. A informação foi negada oficialmente.













A Polícia Científica reforça que informações sobre o caso devem ser acompanhadas apenas pelos canais oficiais, a fim de evitar a propagação de notícias falsas.




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