Comércio de Goiás cresce 3,7% em janeiro e supera média nacional; setor de móveis dispara 21,2%
Dados do IBGE mostram que o varejo goiano iniciou 2026 em ritmo acelerado, impulsionado pelos segmentos de bens duráveis, combustíveis e vestuário.
O comércio varejista de Goiás começou o ano de 2026 com o pé no acelerador. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o estado registrou uma alta de 3,7% no volume de vendas em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho coloca Goiás em uma posição de destaque, superando a média de crescimento do Brasil.
O grande protagonista desse resultado foi o setor de móveis, que registrou uma elevação expressiva de 21,2% nas vendas em relação a janeiro de 2025.
Análise por Segmentos: O que impulsionou o varejo?
Além do mobiliário, outros setores estratégicos apresentaram crescimento sólido, refletindo o maior poder de consumo e a confiança do mercado local:
Combustíveis e Lubrificantes: Alta de 7,3%.
Tecidos, Vestuário e Calçados: Crescimento de 6,5% (mantendo trajetória positiva).
Artigos Farmacêuticos e Perfumaria: Avanço de 6,3%.
Eletrodomésticos: Alta de 5,8%.
Hiper e Supermercados: Crescimento de 2,4%.
Ambiente de Negócios Favorável
Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho, os números são reflexo de uma política econômica que prioriza a estabilidade e o incentivo ao empreendedorismo.
“Começamos o ano muito bem posicionados. Isso demonstra as bases sólidas da nossa economia e um ambiente favorável aos negócios que o Governo de Goiás tem construído em parceria com o setor produtivo”, pontua o secretário.
Goiás em Números (Janeiro 2026):
| Indicador | Variação |
| Comparação Anual (Jan 26 vs Jan 25) | + 3,7% |
| Setor de Móveis (Destaque) | + 21,2% |
| Variação Mensal (Jan 26 vs Dez 25) | + 0,2% |
| Acumulado em 12 meses | + 1,4% |
Sobre a Pesquisa
A PMC, realizada pelo IBGE, acompanha o comportamento conjuntural do comércio varejista em todo o país, investigando a receita bruta de revenda em empresas formalmente constituídas. Os indicadores são fundamentais para entender a saúde econômica e o fôlego do consumo nas diferentes regiões do Brasil.




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